Once upon in time, or maybe twice…


DOLLYWOOD
Novembro 11, 2008, 7:11 pm
Arquivado em: 1

E finalmente

com quase uma semana de atraso devido a problemas de formatação

vai ao ar o mais novo e shine a light

just like a rolling stone

em sua long way to the top if you wanna rock’n'roll

pelas stairways to heaven da vida de brian

PodCast Dollywood!

O mais novo já clássico

momento cultural do cinema do Camboja!



Corel vs. AI
Outubro 9, 2008, 7:25 am
Arquivado em: 1

É verdade que, quando foi sugerida a comparação de dois softwares, a primeira coisa que me veio à mente foi passar horas em frente ao PC com jogos super-divertidos, obviamente com o único intuito de avaliar suas interfaces. Mas há tanto tempo que não consigo perder umas horas jogando, que nem consegui imaginar o que comparar, onde conseguir, quando testar, etc… Então, tive que buscar outra alternativa!

É verdade também, que não há uma forma de se chegar a um concenso quando se trata de ilustração/desenho vetorial. Com a modesta experiência que tenho na área – de alguns semestres sem noites – o que eu vejo é uma interminável discussão sobre as vantagens e desvantagens de se usar o CorelDraw ou o Illustrator.

Nada mais justo do que comparar ambos e tentar chegar a uma conclusão sobre o que farei da minha vida de hoje em diante. Então, analisei cinco aspectos fundamentais dos softwares que tenho instalados aqui em casa:

CorelDraw X4 vs. Adobe Illustrator CS3

1. Inicialização

Abertura AI

Na imagem acima temos o glorioso e queridinho das gráficas AI CS3, com uma tela de abertura bem simples e amigável, minimalista e objetiva. As opções dadas quando se inicia o programa são Abrir Arquivos Recentes, Abrir Outros e Criar Novo. Esse novo arquivo a ser criado tem algumas características pré-estabelecidas, como resoluções, formatos, etc, de acordo com a finalidade (padrão dos programas da Adobe). Abaixo, as clássicas informações institucionais e novidades, atualizações, etc… E pra fechar com chave de ouro, no canto inferior esquerdo, a mais clássica ainda opção “tira essa janela da minha tela”.

Abertura - segunda janela

Uma vez selecionada a opção de inicialização, o Illustrator abre uma nova janela, onde, antes de iniciar o trabalho, é estabelecido o formato do papel, a resolução a se trabalhar, as unidades de medida, e outros presets. Um procedimento bem metódico, digno de um software bastante profissional.

Por outro lado, temos o CorelDraw, com menos glamour, menos carinho por parte das gráficas, mas bem quisto por todos os aspirantes a designer. Em sua tela de abertura, uma concentração de informações um pouco maior, digna de um Microsoft. Abas na lateral, de onde se pode acessar Novidades, Atualizações, Ajuda, etc…

Abertura CDR

As clássicas opções de Abrir Arquivos Recentes, Abrir Outros e Criar Novo (em branco ou baseado em modelo pré-existente), com um diferencial: ao se passar o mouse sobre os itens recentes, aparece no canto esquerdo uma miniatura do arquivo, o que pode ser bastante útil quando se tem 48 versões de um trabalho com nomes aleatórios e não se sabe qual é a certa.

No canto inferior direito, além do botão anti-pop-up clássico, um aparentemente BASTANTE inútil Torne esta a tela de boas-vindas padrão. Por que alguém padronizaria uma tela de boas-vindas?!!

2. Ferramentas

Ferramentas AI

Ferramentas AI 2

A disposição das ferramentas do AI na área de trabalho é um meio-termo entre o Corel e o Photoshop. À extrema direita da tela, as ferramentas do Adobe Style, como layers, transparências, misturadores de cores, etc. Já do lado esquerdo, está o clássico Menu Corel, vertical, onde as funções são agrupadas em alguns botões.

No menu da direita, há algumas opções de exibição, que podem ser definidas de acordo com as preferências do usuário. Por exemplo, as ferramentas podem aparecer como simples ícones numa barra vertical, ou como janelas, agrupadas por similaridade e ordenadas por abas, conforme a imagem ao lado.

Já no menu da esquerda, é necessário manter o botão do mouse pressionado para abrir os sub-menus. Uma desvantagem observada em relação ao Corel é o fato de o sub-menu fechar quando o botão é solto, enquanto no software rival, segurando o botão pressionado por um tempo mínimo, o menu fica aberto até que se clique em outro ponto da tela. Em ambos os programas há a opção de destacar o sub-menu da barra vertical.

O CorelDraw tem uma interface mais simples nesse aspecto, com menos opções de funções na tela inicial, privilegiando o trivial. Apresenta apenas o menu da esquerda, tendo na direita apenas a paleta de cores básicas, também pelo fato de não trabalhar com layers, por exemplo. Outro aspecto interessante é a interação com o teclado, fundamental para a agilidade no uso do programa. Os atalhos pelo teclado são mais simples e óbvios em relação ao AI.

Ferranebtas CDR

Os sub-menus relativos a cada botão e a opção de destacá-los são exatamente iguais ao Illustrator.

3. Paletas de Cores

O Illustrator, nesse aspecto, tem no menu do lado esquerdo a mesma função do Photoshop, com as cores primária e secundária, onde através de um duplo clique pode-se editar essa cor, seja pelo padrão CMYK ou pelo RGB.

Cores AI

Na extrema direita há mais opções: os clássicos misturadores na aba Colors; as paletas pré-definidas, como as PANTONE, na aba Color Guide; e uma espécie de Favoritos das cores, na aba Swatches, onde pode-se criar uma paleta adicionando e removendo cores de forma a manter as mais úteis.

Cores CDR

No Corel, esses “favoritos” já são pré-estabelecidos e ficam na paleta à direita da tela. Já no canto inferior direito há uma área onde são especificados detalhes de contorno e preenchimento dos objetos selecionados. Aí, através de duplo clique, abre-se uma janela de edição de cores, seja por misturadores, anlálise de complementares, busca em PANTONE, etc.

4. Vetorização

Mais uma vez, o software da Adobe tem uma cara mais séria e profissional. Ao utilizar o Live Trace, as opções oferecidas são mais técnicas e objetivas em relação ao rastreamento de bitmaps do Corel, com predefinições como Área mínima, Ângulo dos cantos, e Resolução, enquanto o rival traz escalas mais subjetivas como Suavização, Detalhe, e Suavidade do Canto.

Vetorização AI

Vetorização CDR

Em termos de eficiência, ambos os programas podem produzir bons resultados quando se trata de rastrear áreas preenchidas. Entretanto, quando se busca contornos, o AI é infinitamente superior – ponto de vista particular.

Outro ponto interessante em ambos os softwares: na base direita da janela de vetorização há uma estimativa de quantas curvas, âncoras e áreas serão criadas, dando idéia de quão pesado será o vetor gerado a partir da imagem.

5. Edição de Nós

Aqui chegamos no ponto crucial, onde o Corel ganha os aplausos do público, e o Illustrator sai pela porta dos fundos.

Nós AI

A interface Adobe, para essa função, é muito confusa, necessitando, além do botão básico de edição de curvas (segundo na barra à esquerda da tela), mais um sub-menu com outras quatro funções, entre as quais o usuário precisa alternar freneticamente para chegar a algum resultado. É um botão pra adicionar âncoras, um pra remover âncoras, um pra editar, enfim, uma infinidade de comandos que poderiam ser resumidos num só.

Nós CDR

Isso é o que encontramos no CorelDraw, onde há apenas o botão padrão de edição de nós, e a partir desse, podemos por exemplo, adicionar um nó dando duplo clique sobre a curva, ou remover selecionando o nó e pressionando Delete. Diferenças aparentemente simples, mas que facilitam de forma inacreditável em trabalhos maçantes, como redesenhos.

Resultados:

Como eu disse anteriormente, o AI é desde sempre o queridinho dos profissionais do ramo, seja os designers, seja as gráficas, enquanto o Corel tenta fazer a cabeça dos jovens estudantes com a cabeça ainda um pouco vazia. Isso porque o que se enxerga na tela no Corel pode ser lindo, mas a diferença para o resultado impresso, em casos mais exigentes, costuma ser gritante, e ninguém quer saber que bicho vai sair de dentro de sua impressora dessa vez.

Entretanto, em termos de interface, é um softwate mais amigável, menos técnico e mais funcional e prático. Ao contrário do Illustrator, não traz todas as opções do mundo na tela inicial, detendo-se ao que é realmente útil, e simplificando comandos e teclas-atalho, que dão maior liberdade para uso do teclado.

Se houvesse como unir a perfomance de um à interface do outro, todos os nossos problemas estariam resolvidos, porém, a vida não foi feita pra ser tão simples assim… não hoje!



E a história das coisas continua…
Setembro 16, 2008, 9:13 pm
Arquivado em: Videos

A tia é chatapracaralho.com.br/muito e quase talentosa o suficiente pra apresentar o Bom Dia & Cia!

but..

Pra quem tem 20 minutos, vale a pena dar uma olhada.

E convenhamos, se fosse Os Simpsons, todo mundo teria 20 minutos.

“não sei, mas acho que num país com tanto potencial, poderíamos ter uma maneira melhor de evitar que as cabeças peguem fogo à noite”

Fantástico!



Genialidade Mórbida
Setembro 9, 2008, 11:51 pm
Arquivado em: Art

Casualmente ou não, é comum que estejam intimamente entrelaçadas a morbidez, o sadismo e a genialidade.

Em termos artísticos ao menos, as obras mais extasiantes de se contemplar costumam surgir em épocas tempestuosas da vida dos autores. Entenda-se por ‘tempestuosa’ uma fase adversa, podendo ser, mas não necessariamente sendo triste.

Assim foi com Syd Barrett que, controvérsias a parte, foi a alma do primeiro CD da Pink Floyd, The Piper at The Gates of Dawn, no auge… num dos auges de sua insanidade lisérgica. Mas o tema de hoje não é música, e sim PopArt.

Tenho lido a respeito buscando referências para meu projeto desse semestre, e hoje me deparei com um texto bastante interessante sobre Andy Warhol, onde o próprio, com frases de efeito, mostra algumas de suas facetas mais interessantes.

O Thirteen Most Wanted Men foi um painel gigante, com as fotos dos homens mais procurados pelo FBI (talvez porque fossem amigos de Warhol, talvez não, mas 8 dos 30 ficaram de fora do painel) que imediatamente após sua exposição no New York State Pavillon teve sua retirada ordenada pelo então governador Rockefeller.

Declaração de Andy a respeito: “em certo sentido me alegrei quando o mural desapareceu: não tinha mais que me sentir culpado quando um dos delinqüentes era capturado e entregue ao FBI, somente porque alguém o reconheceu no meu mural”.

Fato: peso na consciência avassalador! REALMENTE difícil conviver com esse fardo!

Ainda sobre suas temáticas no mínimo bizarras:

“me dei conta de que tudo o que faço tem a ver com a morte”

“É incrível a quantidade de pessoas que penduram um quadro da cadeira elétrica em sua casa, principalmente se a cor do quadro combina com a das cortinas”



Bienvenidos!
Setembro 4, 2008, 2:26 am
Arquivado em: Mind rides

… bienvenidos quem?

Só eu entrei aqui, e provavelmente só eu vou entrar por alguns dias!

Anyway, bienvenido eu então, a la Pepperland, onde se navega sem limites, céus a fora!